O maior risco na protecção do Ébola é a remoção do fato

O maior risco na protecção do Ébola é a remoção do fato


O Ébola propaga-se por contato com fluidos, sendo necessário fato especial para lidar com pessoas infetadas. A remoção desse fato é o maior risco de proteção.


Orientações para os profissionais de saúde recomendam usar equipamentos de proteção individual, incluindo luvas, roupa resistente a fluidos, óculos de proteção ou protetor facial e máscara facial.

Eles também recomendam determinadas técnicas - tais como virar as luvas do avesso quando as remover - que permitam aos trabalhadores remover com segurança o equipamento após contato com um paciente infetado.

Como a contaminação pode acontecer


"O maior risco global provavelmente está na remoção do fato ou equipamento", afirma Sandro Cinti, especialista em doenças infecciosas da Universidade do Michigan. Ao retirar o equipamento, os profissionais de saúde devem tomar cuidado para não se contaminarem a si ou às suas roupas.


O Ébola não pode entrar no corpo através da pele em si, mas o vírus na pele significa que pode ser transferido para os olhos ou outras membranas mucosas, onde pode entrar no corpo, disse Cinti. "Mesmo uma pequena brecha pode levar a uma infecção", disse ele.

Em algumas situações, como quando há uma grande quantidade de sangue ou fluidos corporais presentes, equipamentos adicionais podem ser necessários - como luvas duplas, propés descartáveis ​​e revestimentos de perna.


Ao vestir o equipamento, é importante garantir que as mãos e os pulsos estão completamente cobertos. O equipamento deve ser descartado após o uso ou, se for reutilizável, limpo e desinfectado, de acordo com o CDC.

A lavagem frequente das mãos também é fundamental para a prevenção de infecção. "Este vírus é facilmente morto pelas lavagens de mãos que usamos e por sabão", disse Cinti. O atual surto de Ébola na África Ocidental é o pior da história, sendo responsável pela morte de mais de 4.000 pessoas. [Livescience]
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