Os 6 robôs mais estranhos já criados (Parte 2)

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Os 6 robôs mais estranhos já criados
Conheça a segunda parte da lista dos seis robôs mais estranhos e bizarros já criados pela humanidade. As últimas três máquinas estranhas.

Desde um gigantesco cão robótico que pode carregar grandes cargas, até uma máquina com arrepiantes características faciais, aqui está a segunda parte dos robôs mais estranhos que já foram criados.

3. BigDog

Em 2005, os génios da Boston Dynamics criaram um robô de quatro patas, chamado BigDog, para servir como uma mula de carga robótica para os militares.

O projeto foi financiado pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA), a agência do Departamento de Defesa dos EUA encarregada de desenvolver novas tecnologias para as forças armadas.

O BigDog anda com as suas quatro pernas robustas e pode acompanhar os soldados em terreno considerado muito difícil para veículos. O robô pode arrastar 150 kg de carga e é capaz de manter um ritmo de 6,4 km/h).




2. Robô da Gripe H1N1

Pode não ser o que normalmente vem à mente quando as pessoas pensam em "robôs", mas esta engenhoca humanóide foi projetada para simular os sintomas da H1N1 (suína) para ajudar a treinar os médicos japoneses.

O robô , que está coberto de materiais semelhantes à pele humana, pode suar, chorar e até mesmo ter convulsões. Se os robôs não recebem o tratamento adequado, os sintomas pioram gradualmente e, em alguns casos, eles podem até mesmo parar de respirar e "morrer".



1. Octavia

O robô Octavia do Laboratório de Pesquisa Naval dos EUA é uma máquina humanóide com provavelmente as mais arrepiantes características faciais. É um robô de combate a incêndios projetado para ajudar os engenheiros a testar novas tecnologias para ajudar os membros da Frota Naval dos EUA.

O robô Octavia foi desenvolvido para interagir com os humanos, e os engenheiros estão a tentar desenvolver formas do robô poder identificar e rastrear as pessoas, entender o que os humanos dizem, e reconhecer quaisquer gestos que façam.

Eventualmente, os cientistas esperam que Octavia seja capaz de trabalhar ombro a ombro com os companheiros humanos, com sofisticados recursos de reconhecimento visual e de fala.

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